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Porto de Santos - Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) - Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional - Superintendência de Qualidade, Meio Ambiente e Normalização
Superintendência de Qualidade, Meio Ambiente e Normalização

PORTO DE SANTOS - DCQ
GESTÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL

Entre as responsabilidades relativas à saúde e segurança ocupacional estão as atividades de:
  • inspeção de áreas, equipamentos e situações de trabalho, na empresa e em áreas arrendadas do Porto Organizado, com o objetivo de detectar possíveis acidentes, propondo as medidas necessárias à sua correção.
  • Inspeção das operações portuárias (carga, descarga, transporte e armazenamento de mercadorias perigosas), quanto ao fiel cumprimento da Resolução n.º 183/79 da extinta Portobrás - Regulamento para a Movimentação de Mercadorias Perigosas em Cais Comercial e NR-29.
  • Indicar, orientar, estimular e fiscalizar o uso de Equipamento de Proteção Individual - EPI nas áreas do Porto Organizado;
  • Elaboração da estatísticas de acidentes;
  • Elaboração de laudos técnicos para fins de aposentaria especial;
  • Elaboração de laudos perícias - assistente técnicos da CODESP;
  • Acompanhamento da elaboração do Programa de Gerenciamento de Risco - PGR e do Plano de Ação de Emergência - PAE da Alamoa e Ilha Barnabé;
  • Inspeções dos serviços de terceiros e empreiteiras na área do Porto Organizado, quanto à Segurança e Saúde Ocupacional, em atendimento às Normas de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho da CODESP;
  • segurança ocupacional, examinar as condições das ocorrências, efetuar análises de riscos, determinar fatores e identificar causas, planejando e propondo medidas e providências necessárias à correção e prevenção;
  • Assessorar os diversos órgãos da empresa, nos assuntos relativos à Segurança do Trabalho;
  • Elaboração e implantação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA;
  • Administrar e manter o Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO;
  • Cumprir e fazer cumprir a legislação específica pertinente à saúde e segurança ocupacional, elaborando as normas e procedimentos correspondentes;
  • Efetuar o controle de moléstias, e a distribuição de medicamentos de primeiros-socorros;
  • Elaborar os quadros estatísticos de acidentes do trabalho;
  • Administrar e manter o controle de laudos periciais trabalhistas;
  • Manter o programa de gerenciamento de prevenção de riscos ergonômicos;
  • Divulgar a Segurança do Trabalho de forma contínua, aos empregados da empresa, através de realização de palestras, aulas, projeções de audiovisuais, distribuições de cartazes, etc.;
  • Manter Planos de Emergências Individuais e Planos de Contingências, bem como manter ativo e atualizado o Plano de Auxílio Mútuo - PAM do Porto de Santos:
      - O Plano de Emergência (Lei 9966/00) foi entregue ao Ministério dos Transportes, Ibama e Cetesb em 19/01/2002;
  • Prevenção, controle de Dengue e mapeamento de focos e criadouros do Aedes Aegipty, vetor da dengue;
  • Controles de ratos, caramujos africanos, transmissor da meningite, e pombos;
  • Monitoramentos:
      - De sanitários; de acessos; de armazéns; de pisos; de ambulantes; de guindastes; de terrenos; de sucatas; de linhas férreas; da área de cais; de despejos de resíduos sólidos; do sistema de caixas de tratamento de efluentes;
  • Gerenciar programas de identificação, avaliação de perigos e de riscos à saúde ocupacional e à segurança do trabalho;
  • Prestar apoio técnico e orientar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA; CIPA

    As CIPA's foram instituídas no Brasil pelo Decreto-Lei n.º 7036 de 10 de setembro de 1944. Em 16 de setembro de 1949, pioneiramente, a então concessionária do porto, a Companhia Docas de Santos - CDS, instala a sua CIPA, a primeira da Baixada Santista e uma das pioneiras do país. Decorridos 54 anos, a atual CIPA da CODESP continua realizando um importante trabalho preventivo na luta contra os acidentes de trabalho no Porto de Santos, na busca de segurança, saúde e qualidade de vida aos empregados. Com a realização de ativos trabalhos de prevenção, a quantidade de acidentes por ano, - que em 1950 foram de assombrosos 4260, - diminuiu para 6 em 2001. A porcentagem de empregados acidentados caiu de 49,57% para 0,26%. A filosofia de que um só acidente ainda é muito acidente está difundida e enraizada. Caminhamos para atingir a meta de nenhum acidente




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    de segurança
    do trabalho



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